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	<title>(des)interessante por Ricardo Sousa &#187; Coisas Minhas</title>
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	<description>Um blog pessoal de Ricardo Sousa, espaço para as suas divagações e pensamentos.</description>
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		<title>Orador Ignite Portugal #7 &#8211; Porto</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 02:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas Minhas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[

Estarei, esta Quarta, no Ignite Portugal #7, na cidade Invicta, para uma noite de inspiração, ideias e muito networking. Apareçam por lá. Acima está o primeiro diapositivo da apresentação que farei. O título é &#8220;Vamos lá destruir a educação (tal como a conhecemos)&#8221;, uma adaptação do titulo original que tinha apresentado, em Inglês, &#8220;Let&#8217;s Destroy [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://igniteportugal.blogspot.com/2010/07/programa-do-7-ignite-portugal-porto.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-227" title="lets.001" src="http://desinteressante.net/wp-content/uploads/2010/07/lets.001.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Estarei, esta Quarta, no Ignite Portugal #7, na cidade Invicta, para uma noite de inspiração, ideias e muito networking. <a href="http://igniteportugal.blogspot.com/">Apareçam por lá</a>. Acima está o primeiro diapositivo da apresentação que farei. O título é &#8220;Vamos lá destruir a educação (tal como a conhecemos)&#8221;, uma adaptação do titulo original que tinha apresentado, em Inglês, &#8220;Let&#8217;s Destroy Education (as we know it)&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o título indica irei falar sobre as escolas, o sistema educativo e a forma como as coisas deviam, de acordo com a minha opinião, mudar (para melhor).</p>
<p style="text-align: justify;">O formato das apresentações IGNITE é de 5 minutes, 20 slides que passam automaticamente a cada 15 segundos. Será uma das minhas primeiras experiências em public speaking fora de eventos meus e o meu primeiro ignite. Veremos como corre. Logo que acabe farei um resumo, com direito à apresentação e (espero) ao vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo-vos na Invicta?</p>
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		<title>Na LeWeb</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 15:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou neste momento na Leweb. Uma experiência até ao momento impecável. Podem seguir a minha cobertura da LeWeb:
Através do meu Twitter
No Diário2
Na ExameInformática
Se chegou agora através de um dos links acima apresentados, não se esqueça de entrar em contacto comigo, ler os meus posts mais antigos e ver o meu CV
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou neste momento na Leweb. Uma experiência até ao momento impecável. Podem seguir a minha cobertura da LeWeb:</p>
<li>Através do meu <a href="http://twitter.com/ricardojrsousa"><strong>Twitter</strong></a></li>
<li>No <a href="http://diario2.com/tag/leweb"><strong>Diário2</strong></a></li>
<li>Na <a href="http://exameinformatica.pt"><strong>ExameInformática</strong></a></li>
<p>Se chegou agora através de um dos links acima apresentados, não se esqueça de entrar em <a href="http://desinteressante.net/contacto/"><strong>contacto comigo</strong></a>, ler os meus posts mais antigos e <a href="http://desinteressante.net/autor"><strong>ver o meu CV</strong></a></p>
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		<title>Expression Studio 2: A Vencedora!</title>
		<link>http://desinteressante.net/2009/10/03/expression-studio-2-a-vencedora/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 20:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas Minhas]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar de alguns problemas que me impediram de fazer o live streaming do sorteio, segue vídeo e resultado do sorteio do Expression Studio. Parabéns à vencedora e a todos os que participaram.
E a vencedora é&#8230;.
Maria S.
Vídeo do sorteio:

Obrigado a todos os que participaram!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de alguns problemas que me impediram de fazer o live streaming do sorteio, segue vídeo e resultado do sorteio do Expression Studio. Parabéns à vencedora e a todos os que participaram.</p>
<p><span id="more-154"></span>E a vencedora é&#8230;.</p>
<h2 style="text-align: center;">Maria S.</h2>
<p>Vídeo do sorteio:</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oR4Upu6S5Zg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/oR4Upu6S5Zg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<p>Obrigado a todos os que participaram!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Expression Studio 2: Os Finalistas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 20:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas Minhas]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
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		<description><![CDATA[Lembram-se de eu ter lançado um passatempo que visa dar um Microsoft Expression Studio 2?
Pois bem, os finalistas estão apurados e amanhã há sorteio.
Conheça as escolhas&#8230;Foram escolhidas 5 respostas de entre as 11 recebidas para entrarem no sorteio de amanhã que dará o Expression Studio. A numeração dada é meramente para fins organizacionais e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembram-se de eu ter lançado um passatempo que visa dar um <strong>Microsoft Expression Studio 2?</strong></p>
<p>Pois bem, os finalistas estão apurados e amanhã há sorteio.</p>
<p>Conheça as escolhas&#8230;<span id="more-147"></span>Foram escolhidas 5 respostas de entre as <strong>11</strong> recebidas para entrarem no sorteio de amanhã que dará o Expression Studio. A numeração dada é meramente para fins organizacionais e não representa qualquer ordenação qualitativa.</p>
<p><strong>Os Escolhidos:</strong></p>
<h2>1) Bruno Robalo</h2>
<address><em><span>&#8220;Ontem sonhei que ganhava o </span></em><strong>Expression Studio 2</strong><em><span>. Mas hoje sei que foi um sonho.</span></em><br />
<em><span>Ainda não o tenho.</span></em><br />
<em><span>Então corri para o pedir ao meu pai.</span></em><br />
<em> </em><br />
<em><span>Ao que responde ele :</span></em></p>
<p><em><span>Eu- Pai, pai compra-me o </span></em><strong>Expression Studio 2.</strong>&#8221;</p>
<p><em><span>Pai- O Quê um Estudio??</span></em><em><span> &#8211; Já basta teres morto o peixe de água fria, esquecido a aparelhagem ligada  e estragado o mp3. E ainda queres um Estudio?? </span></em>- Olha  porta-te mas é bem e vai mas é trabalhar!!</p>
<p>Ao que respondi:</p>
<p>- Pois que remédio ou vou trabalhar ou tenho que ganhar o passatempo do Ricardo Sousa.&#8221;</p>
</address>
<address> </address>
<h2>2) Eduardo Franco</h2>
<address style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;">&#8220;Eu devo ganhar o Expression Studio 2 porque corro à procura do Blender, nado em busca do Design, salto em prol da Media, lanço-me com a Web, suo a camisola até ao último Encoder e como o Expression Studio não tem limites eu quero ter a possibilidade de ter o notável pack como meu auxiliar para a minha vida de trabalho!&#8221;</address>
<address style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;">
</address>
<address style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;">
</address>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;">
<h2 style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;">3) Noemia Maria</h2>
<address> </address>
<address>&#8220;Tenham dó por favor,<br />
Desta pobre rapariga<br />
Se não ganha o Expression Studio 2<br />
Vai haver uma grande briga!</p>
<p>O marido a trabalhar,<br />
Diz que não troca a Microsoft não!<br />
E eu tenho que concordar<br />
Não fosse o Bill Gates um pão!</p>
<p>Tenho que ter calma lá no fundo,<br />
Porque isto não é o fim do mundo,<br />
Se por acaso vier para cá,<br />
Digo apenas, porreiro pá!&#8221;</p>
</address>
<h2>4) Maria S.</h2>
<address>&#8220;Tenho de ganhar este Expression Studio 2,<br />
Pois para mim a Expression é uma forma de vida,<br />
E quando não a tenho e não a uso,<br />
A minha vida torna-se Desinteressante,<br />
Por isso é hora de a animar,<br />
E curti-la a todo e qualquer instante.&#8221;</address>
<h2>5) Samuel Silva</h2>
<address>&#8220;eu: Nossa, tinhas dito que também era meu!!!<br />
ricradojsousa: Pá sabes como é&#8230; não seria justo, sem nada fazeres por isso&#8230;<br />
eu: Ok Ricardo! quando estavamos juntos a tua &#8220;expression&#8221; foi de que o &#8220;studio&#8221; era dos &#8220;2&#8243;<br />
ricardojsousa: hummm!!!<br />
eu: deixa essa cara OU PONHO-TE NO STUDIO2!!!&#8221;</address>
<p><strong>São estes os finalistas escolhidos!</strong> Como disse, amanhã será feito o sorteio pelas <strong>18h30min</strong> em directo, através de streaming no <strong>UStream!</strong></p>
<p><strong>A todos os outros participantes o meu muito obrigado pela vontade!<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Plano Tecnol&#243;gico da Educa&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 19:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas Minhas]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica Social]]></category>
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		<description><![CDATA[
Image via Wikipedia

São às dezenas, enchem carros e carrinhas, produzem um furor e uma loucura colectiva. Falo, claro, dos projectores, quadros interactivos e outros apetrechos informáticos que têm vindo a chegar às escolas de todo o país, como parte do Plano Tecnológico da Educação (iniciativa do governo em funções).
Bem, devo dizer que este é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin: 1em; width: 253px; display: block; float: right; height: 210px" class="zemanta-img" jquery1247942834251="766"><a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Josesocrates2006.jpg"><img style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; display: block; border-top: medium none; border-right: medium none" alt="{{pt}}José Sócrates, primeiro-ministro de Port..." src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/67/Josesocrates2006.jpg/300px-Josesocrates2006.jpg" width="235" height="181" /></a>
<p style="font-size: 0.8em" class="zemanta-img-attribution">Image via <a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Josesocrates2006.jpg">Wikipedia</a></p>
</p></div>
<p align="justify">São às dezenas, enchem carros e carrinhas, produzem um furor e uma loucura colectiva. Falo, claro, dos projectores, quadros interactivos e outros apetrechos informáticos que têm vindo a chegar às escolas de todo o país, como parte do Plano Tecnológico da Educação (iniciativa do governo em funções).</p>
<p align="justify">Bem, devo dizer que este é um plano que apoio e pelo qual demonstro uma simpatia peculiar. Estamos, finalmente, a modernizar as escolas de todo o país e estamos, quer os <em>experts</em> gostem quer não, a querer dar passos de extrema importância rumo ao futuro. No entanto, há algumas lacunas neste projecto que fazem com que estas medidas não passem de “esforços descoordenados”. Quais? Vejamos…</p>
<p>&#160;</p>
<p> <span id="more-116"></span>
<p align="justify">Começarei a peculiar divisão “das massas” logo no início: sou a favor do Magalhães! Talvez devesse ter havido concurso, talvez a empresa escolhida tenha “ganho para o resto da vida” e é certo que havia <strong>um</strong> programa do Magalhães com graves erros de língua portuguesa (que censuro). No entanto, não podemos querer avaliar um projecto apenas pelo seu lado negativo. O Magalhães tem muitos lados positivos que talvez a “força das circunstâncias” no presente não nos permita ver correctamente. O discurso que o Magalhães é um desperdício de recursos é falacioso, até porque se repararmos vem das mesmas pessoas que defendem a abolição das disciplinas como inglês, música e educação física das nossas escolas primárias com base no argumento de que “são muito pequeninos”. O Magalhães é o primeiro contacto de muitas crianças com a internet, os computadores, os processadores de texto. É simplificado e tem jogos educativos que permitirão a integração educativa das “nossas crianças” na sociedade do século XXI, que para o bem ou para o mal é uma “sociedade em rede”. </p>
<p align="justify">“Ah mas assim as nossas crianças não aprendem a escrever correctamente, não fazem as contas de cabeça”. É esta uma das armas dos &quot;anti-magalhães” (ou devo dizer anti-governo?). Não passa, porém, de pura filosofia barata. Eu não preciso de escrever à mão para escrever correctamente. O problema das escolas hoje em dia é que continuam a preparar os alunos para uma sociedade do século XXI com base em métodos do século XX. Quando as crianças que hoje entram no 1º ano saírem do seu percurso escolar (ainda para mais com a escolaridade obrigatória para o 12º) vão entrar num mundo em que o patrão não lhes vai pedir para fazerem uma carta à mão com letra “bonita” para enviar aos fornecedores. Vão entrar no mundo onde há uma caixa registadora e não um papel onde se fazem as contas. Estou com isto a dizer que devemos deixar de ensinar a fazer cálculo mental? Claro que não, seria estupidez da minha parte. Digo é que devemos adaptar os métodos à nova realidade e não impedir a todo o custo que a necessária (r )evolução se dê nas escolas de norte a sul. Os professores que se destacam são aqueles que hoje já perceberam o benefício que o magalhães e a modernização da educação pode trazer. Porque todos estes pequenos avanços não só ajudam a preparar seres mais info-incluídos como permitem simplificar e melhorar o papel dos professores. Aqui acredito que Portugal está, finalmente, a dar passos importantes para nos colocar à frente de outros países.</p>
<p align="justify">Seria, porém ridículo pensar que tudo são rosas no que toca ao magalhães. Este tem de ser entendido como um produto desenhado para um público muito específico e não um “produto para as massas”. Se o governo não tivesse feito deste computador sua bandeira de “campanha”, talvez este fosse mais aceite na sociedade. O problema é que a partir do momento em que distribuímos a líderes mundiais magalhães, dizemos que os nossos ministros o usam ou servimos como “sales representative” de uma empresa “impingindo” magalhães a torto e a direito, arriscamo-nos a deitar abaixo todo o bom trabalho feito e a servir de “bala para canhão” da nossa oposição. A ideia que quero deixar é simples: o magalhães é uma boa iniciativa, mas a partir do momento em que foi usada não para o seu objectivo fulcral, mas para “campanhas na rua” serviu de bode expiatório do trabalho do governo noutras áreas!</p>
<p align="justify">Mas o e-escolinhas é um irmão mais novo do e-escolas. Outro programa do governo na área da educação com vista a levar computadores a mais e mais jovens. Teve o apoio das empresas de telecomunicação moveis nacionais e, novamente, digo que é um excelente projecto. As pessoas que criticam (aqueles “experts” que assinam e está tudo dito) esquecem-se de olhar para o contexto real. Esquecem-se de ver a quantidade de jovens que hoje têm computador, têm acesso à internet e que antes da tomada de posse do governo <strong>não tinham.</strong> Ponto assente. Não há grande discussão aqui. Podemos discutir os valores, as empresas ou as manobras comerciais mas o cerne do projecto é excelente e o seu resultado prático também. Temos jovens a usar a <em>net</em> como nunca antes e temos uma geração mais capaz de “brincar” com um computador, de trabalhar e desenvolver nele.</p>
<p align="justify">E aqui dá-se o salto para o plano tecnológico nas escolas, última paragem desta jornada de apreciação do trabalho nesta área do governo. As escolas têm sido apetrechadas, recentemente, com todo o tipo de aparelhos tecnológicos que visam melhorar a aprendizagem e facilitá-la. </p>
<p align="justify">Mais uma vez estou de acordo com a colocação de quadros interactivos, projectores e outros acessórios. Mas é aqui que começo a crítica com que acabarei este texto. Não é possível chamar a um plano “Plano Tecnológico da Educação” se ele se basear apenas em “despejar” para cima de alunos, professores e escola material informático. Não funciona, lamento mas não funciona e quem está todos os dias numa escola percebe-o bem. O plano tecnológico tem de contemplar a formação dos vários intervenientes para que possam fazer uso efectivo e pleno das ferramentas que lhe são dadas. Enquanto um quadro interactivo continuar a fazer a vez de lençol branco para projecção, enquanto o projector servir apenas para projectar powerpoints e enquanto não ensinarem aos alunos que o computador é mais que uma plataforma de jogos, o plano tecnológico da educação é um conjunto de medidas não concertadas. </p>
<p align="justify">As editoras têm também de ser parte integrante deste plano tecnológico. Os manuais têm de começar a ter a sua versão digital e os recursos virtuais têm de aumentar em tamanho e qualidade, para que possam realmente ser utilizados em contexto de sala de aula do século XXI e para que os professores se sintam “tentados” em experimentar esta nova forma de ensino. </p>
<p align="justify">Apesar de congratular (e muitoooo) o governo pelas medidas na área da tecnologia que tem tomado, temos de começar a “parar” de enviar material para as escolas e começar a levar-lhes valor. Isso só será possível com a formação. A escola (direcção, etc.), os professores e grande parte dos alunos não estão cientes dos potenciais do computador e, numa análise mais ampla da internet. Esta última é ou um “bicho que rouba tempo aos alunos” ou um “sítio para ir ao hi5”, quando é muito mais que isso. Os professores não “descobrem” como se usa um quadro interactivo sozinhos (por muito “duro” que possa parecer muitos nem o Word dominam) nem os alunos estarão cientes dos perigos da internet nem das potencialidades da mesma enquanto não forem ensinados para tal. Porque haverá certamente um dia, que espero chegar rapidamente, em que o professor (devidamente formado para tal) usará um quadro interactivo, enquanto os alunos acompanham com os seus portáteis, continuo a acreditar neste plano. Será esta a sociedade do século XXI, a escola do século XXI que José Sócrates quer criar, mas para isso é preciso mais que milhões. É preciso uma estratégia concertada! </p>
</p>
<p><strong>Nota:</strong> Ficaram por falar algumas coisas importantes, talvez tenha cabeça para colocar de pé um “take II” nesta matéria daqui a uns dias! Fiquem atentos <img src='http://desinteressante.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Novidades (minhas e do blogue)</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 04:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas Minhas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Image by joesflickr via Flickr

Enfim, o tempo tem sido bastante curto para que possa fazer a actualização diária que pretendia levar a cabo neste blogue. Em menos de uma semana estarei em “férias” (sim, o computador fará companhia, mesmo sem internet, à noite) e tenho de deixar algumas coisas prontas ou quase prontas para quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin: 1em; width: 200px; display: block; float: right" class="zemanta-img" jquery1247891331790="951"><a href="http://www.flickr.com/photos/84213619@N00/711358450"><img style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; display: block; border-top: medium none; border-right: medium none" alt="Town Clock" src="http://farm2.static.flickr.com/1159/711358450_44f92db40b_m.jpg" width="186" height="143" /></a>
<p style="font-size: 0.8em" class="zemanta-img-attribution">Image by <a href="http://www.flickr.com/photos/84213619@N00/711358450">joesflickr</a> via Flickr</p>
</p></div>
<p align="justify">Enfim, o tempo tem sido bastante curto para que possa fazer a actualização diária que pretendia levar a cabo neste blogue. Em menos de uma semana estarei em “férias” (sim, o computador fará companhia, mesmo sem internet, à noite) e tenho de deixar algumas coisas prontas ou quase prontas para quando regressar.</p>
<p align="justify">Assim, o tempo que tenho tido para actualizar o blogue e levar a cabo outras “coisas básicas” tem sido pouco. Isto para não falar, claro, que a isto tudo se acresce uma pilha de outros assuntos “diários” que tenho que resolver. Mas o que se tem passado neste <em>hiatus</em> de actividade escrita? “<em>Bora lá”</em> ver!</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p> <span id="more-113"></span>
<p align="justify">Bem, vamos lá por partes para vos dar “as novidades”.</p>
<p align="justify"><strong>No blogue:</strong></p>
<p align="justify">Estive hoje (quem me estava “a seguir” no twitter às 5 da matina sabe-o bem <img src='http://desinteressante.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ) a fazer alguns testes e consegui finalmente pôr o botão do tweetmeme a funcionar. Agora já podem “espalhar as boas novas” e ver o vosso nome e o contador “a andar”.</p>
<p align="justify">Aproveitei também e fiz “um upgrade” para o FeedBurn. Pedia a todos <strong>que sigam o blogue através do nosso feed que o actualizem. (O link está lá em cima, actualizado!)</strong></p>
<p align="justify">Espero, nos próximos dias e antes de sair, fazer alguns posts para “enriquecer o blogue”. Estou também a demorar algum tempo a integrá-lo numa rede de blogues que estou a criar pelo que serve como mais uma desculpa para a falta de actualização.</p>
<p align="justify">Algumas novidades também devem aparecer em breve. Começarei a “sortear” conteúdo de quando a quando, mas deixarei detalhes para outra altura.</p>
<p align="justify"><strong>A título pessoal:</strong></p>
<p align="justify">Tenho andado numa autêntica roda viva. O projecto <strong>Guerra Colonial</strong> está a ser actualizado para a sua fase 2 (que deve ficar prontinha hoje), a <strong>Textos e Companhia</strong>, posso agora adiantar, deverá estar de volta nos finais de Agosto com uma surpresa enorme que confirmei hoje (!), a minha “home” <strong><a href="http://www.ricardojrsousa.com">www.ricardojrsousa.com</a></strong> vai ser totalmente actualizada ainda antes de “abalar”, o <strong>MyFriends v2.0</strong> para a NinjaForge está quase quase quase e, finalmente, o <strong>Twittar v2.0</strong> está mais próximo do que muitos pensam.</p>
<p align="justify">Para além disso ando na busca de colaboradores para mais um projecto, o <strong>JovemPortuguês</strong> (um blogue só de jovens) e fui recentemente convidado a ser <em>guest poster</em> para o <strong>2.0 webmania</strong>, convite que recebi com imenso prazer.</p>
<p align="justify">Em breve devo publicar, para além dos prometidos textos neste blogue, um post no 2.0 webmania e um “guia” completo para iniciantes no twitter no blogue TwitterPortugal, para o qual também colaboro.</p>
<p align="justify"><strong>Pedido de Desculpas:</strong></p>
<p align="justify">A todos os que me contactaram pelo formulário de contacto deste blogue quero pedir desculpa. Um erro impossibilitou-me de ver os contactos, mas procederei às respostas a todos os contactos ainda este fim-de-semana.</p>
<p align="justify">É tudo, este não foi um bom post (nem links tive paciência para colocar) mas serviu apenas para vos ir actualizando. Amanhã prometo voltar a carga, de forma mais “séria”.</p>
<p align="justify">Até já!</p>
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		<title>Fim do Rumo ao Parlamento</title>
		<link>http://desinteressante.net/2009/07/10/fim-do-rumo-ao-parlamento/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 00:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
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Foi o projecto que mais tempo me “roubou” ao longo do último ano lectivo. Hoje fechei finalmente a página final desta “saudável loucura”. Deixo aqui o texto reproduzido do blogue oficial aqui.
 
Nota: este texto é uma reprodução integral do texto publicado no blogue “Rumo ao Parlamento”, aqui! A origem do texto pode não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://farm4.static.flickr.com/3459/3271949927_75721ac779.jpg?v=0" width="414" height="240" /> </p>
<p align="justify">Foi o projecto que mais tempo me “roubou” ao longo do último ano lectivo. Hoje fechei finalmente a página final desta “saudável loucura”. Deixo aqui o texto reproduzido do blogue oficial <a href="http://rumoaoparlamento.aiedihost.com" target="_blank">aqui.</a></p>
<p> <span id="more-109"></span>
<p align="justify"><em><strong>Nota:</strong> este texto é uma reprodução integral do texto publicado no blogue “Rumo ao Parlamento”, <a href="http://rumoaoparlamento.aiedihost.com" target="_blank">aqui</a>! A origem do texto pode não ser compreendida se não se entender o contexto em que foi escrito.</em></p>
<p align="justify">Cabe-me, agora, fazer aquele que será o último post, o último conjunto de linhas desta actividade. Foi um ano inteiro de trabalho. Trabalhámos aqui no blogue para apresentar as notícias da actividade &quot;frescas&quot; e prontas a serem lidas por todos os nossos visitantes. Trabalhámos fora daqui num conjunto de conquistas, mensuráveis ou não, que nos levaram “mais alto”. Mas, acima de tudo, aprendemos e muito com todas as actividades em que nos envolvemos. Para muitos de nós, elas envolveram esforço pessoal e profissional acrescido, mas o produto final, os resultados, compensam qualquer lágrima ou qualquer gota de suor. </p>
<p align="justify">O balanço é mais que positivo. Fomos uma das escolas representantes de Viseu na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, fui o porta-voz de Viseu nesse mesmo concurso, uma das nossas medidas chegou até à final, dinamizámos actividades de interesse para a comunidade, juntámos quase todos os partidos à mesma mesa para um debate de ideias, trouxemos um eurodeputado (e por isso uma visão europeia) à nossa escola para um debate de ideias, entrevistámos o presidente da comissão europeia e mantivemos um blogue “de pé” durante quase um ano.</p>
<p align="justify">Seria muito difícil fazer melhor, muito sinceramente. Mas, o que tiramos desta jornada não foram só aprendizagens, só “troféus”. Há impactes não mensuráveis. O conhecimento mútuo evoluiu para níveis, até aí, impensáveis, conhecemos outras pessoas, outras formas de ver as coisas, aperfeiçoámos as nossas capacidades e estimulamos o desenvolvimento próprio e de toda a comunidade. Não queremos que ninguém nos agradeça pelo que fizemos (até porque todo o nosso objectivo não foi esse), mas sabemos que adicionámos um património, um valor à escola e aos alunos da escola.</p>
<p align="justify">É, assim, mais difícil dizer adeus. Mas, como em tudo na vida, esse momento acaba por chegar. Não posso, porém acabar este texto sem deixar palavras pessoas (e sentidas) a um conjunto de pessoas! Sei que as fui deixando ao longo do percurso, mas carecem de oficialização e concentração!</p>
<p align="justify">Tomei, ao longo de todo este percurso, o papel de “pai” desta actividade. Para mim ela foi um desafio pessoal. Foram horas e horas e horas (ai podíamos continuar quase infinitamente) em frente ao PC, com convites, com pedidos, com organização de actividades. Porém, ao meu lado (não literalmente <img src='http://desinteressante.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ) tive um conjunto de pessoas que merecem menção e destaque!</p>
<p align="justify"><strong>Professora Carla Figueiredo</strong> – Pois claro, este post não poderia acabar sem a merecidíssima menção de respeito e de agradecimento aquela que foi a fiel companheira ao longo de todo este processo. Não só incentivou ou ajudou, motivou, preparou e esforçou-se para tornar todas e cada uma das actividades um sucesso quase pleno. Apesar de um conjunto de divergências pessoais, de uma desconfiança em se “iria resultar” e de uma relutância inicial em abraçar todas as ideias, acabou por ser um pilar sem o qual esta “casa” não se teria conseguido por de pé. Um grande (do tamanho do mundo) obrigado!</p>
<p align="justify"><strong>Escola Secundária de Carregal do Sal – </strong>a merecida homenagem e agradecimento à Escola Secundária de Carregal do Sal, no geral, e a uma pessoa em particular, a sua ex-presidente, prof. Ana Magalhães. Ajudou, apoiou e motivou a equipa da nossa escola em cada fase do projecto. A escola, e ela, foram basilares no sucesso que atingimos.</p>
<p align="justify"><strong>Daniel Marques</strong> – Esteve em (quase) todos os momentos importantes desta caminhada. Foi, para além do amigo, o parceiro de trabalho na missiva de colocar o nome da nossa escola no topo. Apoiou quando tinha de apoiar, decidiu e executou quando tinha de o fazer e esteve presente sempre que lhe foi possível. Sem o contributo dele nada (repito: nada!) disto tinha sido possível. Um obrigado pessoal e, penso eu, em nome de todo o grupo por teres sido (sempre) a pessoa de suporte ao desenvolvimento do trabalho do Rumo ao Parlamento. Sem exageros, grande parte deste projecto é dele.</p>
<p align="justify"><strong>Francisco Gomes</strong> – a pluralidade de cargos que ocupou tornaram-no uma “arma” essencial nesta batalha. Como jornalista, como deputado, como amigo foi parte do desenvolvimento deste trabalho. Foi (o único?) capaz de travar as euforias em que, muitas vezes, me metia, acalmando com uma palavra amiga. Esteve sempre presente em cada um dos momentos importantes do desenvolvimento do nosso trabalho e foi capaz de prestar a devida ajuda em todas as nossas actividades, dando tudo pelo grupo. Um obrigado imensurável. </p>
<p align="justify"><strong>Fábio Alves</strong> – talvez menos omnipresente foi outra das peças cruciais deste jogo. O apoio constante em todo o projecto, a capacidade de se adaptar a outras realidade, a calma e a rápida exequibilidade de ideias e o apoio extra quando necessário foram os pontos que me levam a ter de lhe enviar um sincero: muito obrigado!</p>
<p align="justify"><strong>Rita Ferreira</strong> &#8211; (<em>qualquer dia levo com um processo em cima, mas não posso deixar de lhe voltar a tecer palavras elogiosas <img src='http://desinteressante.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </em>) Foi, tal como poucos outros, um elemento importante em todas as actividades do grupo. Esteve quando precisámos dela, foi capaz de juntar à nossa ambição a sua visão clara das coisas, a astúcia e capacidades ímpares de raciocínio. Desempenhou vários papeis, todos eles com brio e com um envolvimento entusiasmante. Foi a Sra. Deputada da Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens que me orgulho de ter tido ao meu lado. Um apoio (muitas vezes por opção própria mais em off) que nunca irei poder esquecer ou ignorar. Talvez uma das que menos conhecia e que mais passei a conhecer. Ganhei uma amiga a quem tenho de enviar o meu profundíssimo obrigado!</p>
<p align="justify"><strong>Rita Veloso e Sílvia Dinis</strong> – É certo que mais “em off” mas também foram peças importantes de toda esta “máquina”. A ajuda na execução de projectos, o apoio moral constante e as capacidades inquestionáveis de adaptação tornaram-nas merecedoras de um “obrigado” muito&#160; grande.</p>
<p align="justify"><em>Penso que não me esqueci de ninguém muito importante, se assim foi gritem!</em></p>
<p align="justify">Foi uma aventura de grupo que chegou ao fim. Um obrigado a todos os que seguiram o nosso trabalho, espero que tenham tido tanto prazer em fazê-lo como nós tivemos. Até para o ano!</p>
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		<title>Exames e Respeito</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 21:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
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Image via Wikipedia

Se aqui começasse por dizer que acho os Exames Nacionais uma forma injusta de definir capacidades e avaliar trabalho de um, ou até mais, anos, provavelmente iria ter um conjunto de comentários revoltados dizendo-me fervorosamente que não. Não vou, por isso fazê-lo. Guardarei essa oportunidade para outro post, um dia mais tarde.
O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin: 8px; width: 250px; display: block; float: right; height: 200px" class="zemanta-img" jquery1247001932274="1785"><a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Test_%28student_assessment%29.jpeg"><img style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; display: block; border-top: medium none; border-right: medium none" alt="Students taking a test at the University of Vi..." src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a8/Test_%28student_assessment%29.jpeg/300px-Test_%28student_assessment%29.jpeg" width="223" height="153" /></a>
<p style="font-size: 0.8em" class="zemanta-img-attribution">Image via <a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Test_%28student_assessment%29.jpeg">Wikipedia</a></p>
</p></div>
<p align="justify">Se aqui começasse por dizer que acho os Exames Nacionais uma forma injusta de definir capacidades e avaliar trabalho de um, ou até mais, anos, provavelmente iria ter um conjunto de comentários revoltados dizendo-me fervorosamente que não. Não vou, por isso fazê-lo. Guardarei essa oportunidade para outro post, um dia mais tarde.</p>
<p align="justify">O que me proponho a dizer hoje é diferente. Na sequência dos resultados dos Exames Nacionais, conhecidos hoje, o Ministério da Educação <em>sacudiu</em> qualquer responsabilidade nas notas, acusando alunos e comunicação social. Ah, mas esperem, foi este mesmo ministério que, no ano passado quando correu melhor, se vangloriou dos resultados.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p> <span id="more-107"></span>
<p>Acho que é uma falta de respeito para mim e para tantos outros que, depois de um ano de trabalho e de um exame que (a alguns) correu menos bem ou mesmo mal, o Ministério seja incapaz de gritar o seu “mea culpa” e se limite a distribuir as culpas pelos alunos por falta de estudo e empenho e, veja-se só o ridículo, à comunicação social por transmitir a ideia de que os exames eram fáceis. </p>
<p>Vejamos, não foram as TV’s ou os jornais que foram adulterar aquilo que os alunos diziam à saída dos exames. Muitos foram os meus colegas que se apressaram a dizer que tinham sido exames “muito fáceis”, talvez por pensarem que iriam ser. Não sei para quem, agora que os resultados estão mais que conhecidos. Parece-me óbvio que nem foram as TVs a passar esta ideia nem, penso eu, alguém tem piores resultados ou deixa de estudar para exames por pensar que estes são mais fáceis.</p>
<p>Claro que não vale a pena insistir na Comunicação Social. Foi um “inimigo velho” de todo este executivo que, agora e sempre que possível, tem de ser atacado de alguma coisa. Até, veja-se, por dar notícias. Malandros os jornalistas, quem os manda andar a fazer jornalismo&#8217;?</p>
<p>Ora a segunda entidade culpada são os alunos. Se é verdade que há os que não estudam, também é verdade que há os que o fazem. Eu não estaria revoltado se a culpa tivesse sido distribuída por alunos e outros elementos da comunidade. Decerto que nem todos podem ter, como eu tenho, uma boa professora. Não me venham com “tretas”, nem todas são boas e isso condiciona. Imagino ter algumas professoras que tive ao longo do meu percurso nesta “fase do campeonato”. Assim, atirar a culpa só para cima dos alunos não beneficia ninguém e não melhora nada.</p>
<p>Por último, dizer que este é o executivo camaleão. Muda de cor conforme a situação. Foi este governo que bateu palmas a si próprio chamando-lhe todos os louros (e aos professores também, é preciso lembrar) quando os resultados foram, no ano passado, mais positivos. É esse mesmo governo que não é capaz de assumir um “mea culpa” e deita todas as responsabilidades para outrem.</p>
<p>Quanto aos resultados em si, dizer que fico desiludido com as médias nacionais. Dou os parabéns aos nosso crânios, responsáveis por 18s e 19s mas lembro que nem toda a sociedade é assim e que é preciso estimular e dar condições aos outros. Talvez para alguns alunos seja injusto dizer que a sua nota foi má, talvez essa nota seja resultado de muito trabalho, porque, mais uma vez, não há “tretas” quando se diz que nem todos podem dar o mesmo.</p>
<p>E antes que haja confusão, não estou ou estive em situação crítica. Não é essa a motivação do texto.</p>
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		<title>Uma experiência “a valer”</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto será, certamente, mais curto que os anteriores. Serve, apenas, para dar conta de uma actividade em que estive envolvido durante a última Quinta-Feira e que merece algumas palavras da minha parte.
Recebi, por parte da equipa do Parlamento Global (para quem não sabe o Parlamento Global é uma iniciativa conjunta da SIC, Expresso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto será, certamente, mais curto que os anteriores. Serve, apenas, para dar conta de <img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" align="right" src="http://www.parlamentoglobal.pt/ParlamentoGlobal/Images/header_logo_pg.gif" />uma actividade em que estive envolvido durante a última Quinta-Feira e que merece algumas palavras da minha parte.</p>
<p>Recebi, por parte da equipa do <a href="http://parlamentoglobal.pt" target="_blank"><strong>Parlamento Global</strong></a> (para quem não sabe o Parlamento Global é uma iniciativa conjunta da SIC, Expresso e Rádio Renascença, para dar cobertura às actividades Parlamentares (forma rudimentar de o explicar)), um convite para comentar online, durante a tarde de Quinta-Feira, o debate do “Estado da Nação”.&#160; </p>
<p>&#160;</p>
<p> <span id="more-106"></span>
</p>
</p>
<p>O mote era colocar 3 gerações online a comentar o estado da nação. O debate tinha lugar no Parlamento (com <a href="http://cronicasparamaistarderecordar.blogspot.com/2009/07/o-twitter-e-politica-revolucao-constroi.html" target="_blank">participação especial</a> de um comitiva de twitters), mas na Internet a discussão prometia estar acesa com os convidados a emitirem opiniões. Esta participação online não estava restrita ao grupo de convidados, estes teriam apenas direito a ver a sua opinião colocada sem mediação prévia, pois qualquer outra pessoa poderia enviar a sua opinião, sujeita a escrutínio da equipa editorial do PG. </p>
<p>Por lá, repare-se que ainda não saí de minha casa, encontrei outros velhos conhecidos. O António Arnaut, vice-presidente da mesa do Parlamento dos Jovens Secundário, e os porta-vozes de outros distritos (lembro-me de Viana, Aveiro, Madeira etc…). Foram estes alguns dos porta-vozes convidados a emitir a sua opinião. O debate que se gerou online (partidarismos visíveis à parte) foi bastante interessante, tornando a iniciativa da jornalista <a href="http://twitter.com/anabelaneves" target="_blank">Anabela Neves</a> (e colegas) merecedora de uma grande salva de palmas. Possibilitou que eu e outros dispuséssemos de uma plataforma para fazer ouvir (ou ler, neste caso) a nossa opinião sobre o “Estado da Nação”. Eu, tal como tantos outros, aproveitamos esta oportunidade para discutir ideias em grupo de forma bastante activa, não deixando de discutir os pontos de vista que tínhamos com alguns dos deputados online (caso do Miguel Tiago (PCP) e Teresa Caeiro (CDS-PP), por exemplo). </p>
<p>Mais “longe” dos olhares dos “media” estiveram outras situações (que não a de Manuel Pinho) que pudemos comentar. A opinião geral foi que o país estaria melhor que há 5 anos, mas o debate não deixou de ser criticado pela falta de respeito a que assistíamos. Crianças de 8 e adultos de 80 apressaram-se a corrigir a postura parlamentar de alguns dos nossos deputados. Lembro as palavras de um jovem de 8 anos que estava a comentar e que dizia, a certa altura, “Estão a falar muito alto”. Pois estavam.</p>
<p>Não estou hoje aqui para falar de política, deixarei, por isso, qualquer comentário sobre o debate para os “<em>experts na matéria</em>”. O objectivo deste texto foi dar a conhecer a excelente iniciativa do Parlamento Global, que deu voz aos cidadãos. Fui um dos convidados para participar nesta discussão, como porta-voz de Viseu. Podem consultar <a href="http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/actualidade/Debates+com+o+Primeiro-ministro/2009/7/2/020709+estado+na%C3%A7ao+convidados.htm" target="_blank">aqui</a> a lista de convidados, <a href="http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/actualidade/Debates+com+o+Primeiro-ministro/2009/7/3/030709+blog+peca.htm" target="_blank">aqui</a> a reportagem da <strong>SIC</strong> e <a href="http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/actualidade/Debates+com+o+Primeiro-ministro/2009/7/2/020709+blogue+estado+nacao.htm" target="_blank">aqui</a> o arquivo do nosso debate de ideias. </p>
<p>Uma grande iniciativa que “nos dá voz”. Excelente!</p>
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		<title>Vamos contar a história da guerra!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
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Image via Wikipedia

Como referi num dos meus posts recentes ando a trabalhar em vários projectos que, nas próximas semanas, vão fazer parte do universo cibernético de alguns utilizadores. O primeiro desses projectos foi já lançado! Chama-se “Guerra Colonial” e o seu nome é ilustrador do tema, não o é, no entanto, do objecto de análise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="zemanta-img" style="margin: 1em; width: 250px; display: block; float: right;"><img style="border: medium none; display: block;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/77/Portuguese_colonial_war_map1.PNG/300px-Portuguese_colonial_war_map1.PNG" alt="Map of the Portuguese Overseas provinces in Af..." width="229" height="250" /></p>
<p class="zemanta-img-attribution" style="font-size: 0.8em">Image via <a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Portuguese_colonial_war_map1.PNG">Wikipedia</a></p>
</div>
<p style="text-align: left;">Como referi num dos meus posts recentes ando a trabalhar em vários projectos que, nas próximas semanas, vão fazer parte do universo cibernético de alguns utilizadores. O primeiro desses projectos foi já lançado! Chama-se <a href="http://guerra.aiedinetwork.com/" target="_blank">“Guerra Colonial”</a> e o seu nome é ilustrador do tema, não o é, no entanto, do objecto de análise desse tema.</p>
<p style="text-align: left;">A Guerra Colonial Portuguesa é um dos eventos que mais marcou a vida de portugueses nos últimos anos. Significou um conjunto de alterações muito profundas na sociedade que vivia nas colónias e que, por força das circunstâncias, teve de regressar a Portugal, perdendo muitas oportunidades e procurando incansavelmente por outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje nasce um projecto que pretende contar a história da guerra colonial. Não é um projecto que vise contar a versão histórica rigorosa dos acontecimentos, mas antes uma visão humanizada destes. É um projecto de escrita colaborativa, o que significa que todos vão poder fazer parte dessa história.</p>
<p><span id="more-100"></span></p>
<p align="justify">Era um sonho que andava para passar “ao papel” (ou, mais correctamente neste caso, a código) há quase 2 anos. No entanto, a força das circunstâncias e a falta de um(a) parceiro(a) que conseguisse, por um lado, ter a disponibilidade e ambição para tal e, por outro, satisfizesse os meus “requisitos de qualidade” (coisa feia de se dizer, mas verdade), impediram-me de colocar de pé este projecto mais cedo. Este verão estava decidido a dar início a esta jornada que culminará, idealmente, no dia 11/11/2011, praticamente 50 anos depois do inicio da Guerra Colonial. Comecei, por essa altura, a procura de um(a) parceiro(a), capaz de comigo lançar esta jornada e, finalmente, encontrei um. Ou, parafraseando uma. A <a href="http://twitter.com/rominaisabel" target="_blank">Romina Santos</a> será a pessoa responsável para, comigo, colocar de pé este sonho. Não tendo sido uma escolha fácil, estou certo que foi correcta. A ambição, motivação e capacidade de trabalho dela serão, certamente, uma mais valia para o projecto <a href="http://guerra.aiedinetwork.com" target="_blank"><strong>“Guerra Colonial, contar a história agora com pessoas”</strong></a>. Mas o que é este projecto?</p>
<p align="justify">Bem, o projecto nasce com um objectivo claro e concreto: criar uma história em formato colaborativo (ou seja, todos poderão colaborar) sobre a Guerra Colonial Portuguesa, com uma perspectiva humanista. Pretendemos contar as histórias de vida que esta guerra moldou de forma definitiva. Do sangue na mão dos soldados, à saudade no coração dos que partiram, queremos que esta história tenha um pouco de cada um, para que possa ser uma história de todos, <strong>a</strong> história da Guerra Colonial Portuguesa.</p>
<p align="justify">Sabemos ser uma jornada longa a extenuante, estando para isso preparados. Numa primeira fase será apenas apresentado o projecto. (Uma primeira campanha já começou no twitter, com uma resposta dentro do expectável). Mais tarde, serão recolhidos materiais e dados históricos junto das pessoas para que, depois, a nossa equipa possa delinear a estrutura base da história e, finalmente, abrir a todos a possibilidade de para ela escreverem.</p>
<p align="justify">Não queremos que seja uma história “fechada”, mas sim com várias frentes de análise, com várias personagens e, acima de tudo, com um conjunto de ideias e sentimentos que sejam representativas do que as pessoas viveram. Este percurso começa agora. Esperamos, daqui a cerca de 3 meses, começar a verdadeira campanha de divulgação quer nos novos media, quer nos media tradicionais para trazer mais pessoas a este projecto, com o fim de colaborarem na construção da primeira história do género neste formato.</p>
<p align="justify">A última fase será a de assegurar a sustentabilidade e correcção da história para que, quem sabe, uma editora se aventure a publica-la.</p>
<p align="justify">O projecto estará ligado directamente a um outro, a Textos e Companhia, projecto antigo (meu) que estará de volta às luzes “da internet” dentro de cerca de um mês. Esta integração beneficiará os dois projectos e justifica-se com a similaridade de conceitos. Ambos os projectos estão e estarão integrados na AiediNetwork, a rede de sites que estará por detrás de todos os meus projectos futuros.</p>
<p align="justify">A procura de pessoas para ajudar nesta tarefa e de patrocinadores para nos apoiarem já começou. A jornada começa agora em <a href="http://www.guerra.aiedinetwork.com">www.guerra.aiedinetwork.com</a>. Queremos que esta seja uma história que dignifique toda a vivência emocional das pessoas no período guerra e pós-guerra. Eu, e a Romina, tudo faremos para que tal aconteça. Sintam-se livres para entrar em contacto com <a href="mailto:infoguerracolonial@aiedinetwork.com">infoguerracolonial@aiedinetwork.com</a> e colocarem as vossas perguntas ou juntarem-se a nós nesta “luta”. A sobrevivência e sucesso depende, também, de si!</p>
<p align="justify">Obrigado e até breve…</p>
<p align="justify"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://guerra.aiedinetwork.com/imgs/banner2.jpg" alt="" /></p>
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