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Mais um passo em direcção à decisão

Steps through the ages

Image by Swamibu via Flickr

Como alguns sabem, tenho andado, recentemente, na busca por uma decisão que condicionará o meu futuro. Não tomei ainda uma por estarem em jogo demasiadas variáveis mas, amanhã, darei mais um passo no sentido de finalmente tomar essa decisão. Tentarei junto de várias escolas da “capital cá do sítio” (Viseu xD) entender qual a disponibilidade para aceitarem novos alunos.

É uma decisão que tem muitas variáveis envolvidas e que por isso tem de ser tomada com cabeça “gelada”.

A decisão do futuro “escolar” acarreta muitas variáveis. Umas têm conexão directa com pessoas, outras com o facto de perder muitas oportunidades caso venha a decidir por uma das hipóteses. Mas, do outro lado temos o facto de, finalmente (e digo-o sinceramente) me poder ver livre de muita coisa (incluindo o cada vez mais frequente “fast judgment”) e ter uma “experiência” diferente.

E, numa altura que considero crucial para tomar decisões, visto que tenho de começar a decidir o que vou fazer quanto a alguns projectos em “stand-by” começo a, aos poucos, olhar para trás e pensar: “Se for o que deixo?”. As conclusões são um pouco, por minha culpa também, assustadoras, ao perceber que afinal de contas e passados anos a conviver com as mesmas pessoas sinto que não vou ter nem deixar saudades. Não que o acto “per si” de deixar saudades me faça qualquer tipo de confusão. O que me faz confusão é o que vem associado a esse acto. O facto de perceber que as coisas, e acima de tudo as pessoas, em que investi, se estão cagando (sim, é o termo correcto) para mim e para esta decisão.

Não estou aqui a tecer uma crítica a ninguém, longe disso, estou apenas a dizer que sinto que os argumentos de um dos lados começam a fazer sentir maior peso. E que, este feeling que tenho vindo a ter de que se calhar aquilo que eu penso que “eles” pensam é diferente do que realmente pensam tem alguma fundamentação. Quero que se dane se isto parece muito dramático (há sempre uma cruzinha no canto superior direito), porque na realidade é o que sinto. Com as devidas excepções, sinto que maior parte das pessoas que “catalogo” como amigos são, na mais crua das verdades um grupo de pessoas que conheço e que, por mim, nenhuma afecção tem. É incrível e surrealista que as reacções “positivas” a esta e outras decisões/assuntos tenham vindo de pessoas com as quais pensava não conviver o suficiente.

Outra coisa que me irrita, ainda com esta relacionada, e que tem pesado na decisão é o facto de maior parte das vezes ser eu a lançar e estimular o diálogo e iniciativa. Porra, será que dar dois cliques no meu username e começar conversa custa assim tanto?

Assim, num momento em que caminho para uma decisão importante para mim e que, por isso, deveria ser importante para aqueles à minha volta (não por ser importante, mas porque enfim, estão à minha volta e eu faria o contrário), sinto cada vez mais os argumentos a “tombar” para 1 lado sem que, daqueles que esperava haver haja uma palavra, neste e noutros sentidos.

Voltarei brevemente com um tema mais interessante, este foi mais um desabafo.

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