Educação: Parem o sofrimento, matem-na já!

Depois de uma pausa na escrita motivada por outros projectos e outros afazeres que se colocaram entre mim e este blogue volto, desta vez com um texto que, apesar de ter servido de texto livre para a disciplina de Língua Portuguesa, foi pensado para este blogue, quase que como um “manifesto” pelo tipo de educação que defendo. É, certamente, grande mas penso que sumariza a minha visão geral da (des)Educação deste país.
Estou certo de que, como eu, também já o estimado leitor teve a oportunidade de se deparar com as manchetes sobre a educação num qualquer diário ou semanário… ou, devo dizer, manchetes sobre a avaliação dos professores?
O aproveitamento político e o sensacionalismo vedam-nos os olhos com extrema facilidade, fazendo parecer que o único problema que o sistema educativo português tem é a (recente) questão da avaliação dos professores. Deixe-me, no entanto, que o esclareça, afirmando peremptoriamente que, de facto, não é.

Hoje volto à escrita aqui no (des)interessante e, novamente, sobre um tema que, por motivos naturais, me desperta interesse, refiro-me, claro, à educação. Ao longo deste ano, e nos próximos tempos começarão a reparar nisso, vou-me preocupar em abordar, estudar e pensar um pouco a forma como as novas tecnologias têm que entrar na sala de aula, faz sentido, então, que se comece com este texto.










